segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Missões em Silveira Carvalho

Conforme já anunciamos anteriormente aqui em nosso blog, no domingo, dia 30, realizamos nosso primeiro trabalho missionário dessa nova etapa do "Projeto Vai Missionário" da Forania de Muriaé.
A missão aconteceu na comunidade de Silveira Carvalho, distrito de Barão de Monte Alto. Cerca de 250 missionários compareceram, vindo das diversas paróquias da forania. Nossas paróquias de Nossa Senhora do Rosário e de Santo Antônio se fizeram presentes, bem como toda a nossa fraternidade franciscana.
Todas as família do distrito foram visitadas. O povo de Silveira Carvalho preparou com muito zelo a acolhida dos missionário. Foi um excelente começo!

sábado, 29 de outubro de 2011

Franciscanos para cada dia


29 de Outubro: Beato Tomás de Florença

Visite nosso blog www.franciscanosparacadadia.bogspot.com

Nele você conhecerá exemplos de Franciscanos e Franciscanas que testemunharam sua fé em Jesus Cristo com muita fidelidade!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Discurso do Papa em Assis: "Peregrinos da verdade, peregrinos da paz"

Assis, Itália

Quinta-feira, 27 de outubro de 2011


Queridos irmãos e irmãs,

distintos Chefes e representantes das Igrejas e Comunidades eclesiais e das religiões do mundo,

queridos amigos,

Passaram-se 25 anos desde quando pela primeira vez o beato Papa João Paulo II convidou representantes das religiões do mundo para uma oração pela paz em Assis. O que aconteceu desde então? Como se encontra hoje a causa da paz? Naquele momento, a grande ameaça para a paz no mundo provinha da divisão da terra em dois blocos contrapostos entre si. O símbolo saliente daquela divisão era o muro de Berlim que, atravessando a cidade, traçava a fronteira entre dois mundos. Em 1989, três anos depois do encontro em Assis, o muro caiu, sem derramamento de sangue. Inesperadamente, os enormes arsenais, que estavam por detrás do muro, deixaram de ter qualquer significado. Perderam a sua capacidade de aterrorizar. A vontade que tinham os povos de ser livres era mais forte que os arsenais da violência. A questão sobre as causas de tal derrocada é complexa e não pode encontrar uma resposta em simples fórmulas. Mas, ao lado dos factores econômicos e políticos, a causa mais profunda de tal acontecimento é de carácter espiritual: por detrás do poder material, já não havia qualquer convicção espiritual. Enfim, a vontade de ser livre foi mais forte do que o medo face a uma violência que não tinha mais nenhuma cobertura espiritual. Sentimo-nos agradecidos por esta vitória da liberdade, que foi também e sobretudo uma vitória da paz. E é necessário acrescentar que, embora neste contexto não se tratasse somente, nem talvez primariamente, da liberdade de crer, também se tratava dela. Por isso, podemos de certo modo unir tudo isto também com a oração pela paz.

Mas, que aconteceu depois? Infelizmente, não podemos dizer que desde então a situação se caracterize por liberdade e paz. Embora a ameaça da grande guerra não se aviste no horizonte, todavia o mundo está, infelizmente, cheio de discórdias. E não é somente o fato de haver, em vários lugares, guerras que se reacendem repetidamente; a violência como tal está potencialmente sempre presente e caracteriza a condição do nosso mundo. A liberdade é um grande bem. Mas o mundo da liberdade revelou-se, em grande medida, sem orientação, e não poucos entendem, erradamente, a liberdade também como liberdade para a violência. A discórdia assume novas e assustadoras fisionomias e a luta pela paz deve-nos estimular a todos de um modo novo.

Procuremos identificar, mais de perto, as novas fisionomias da violência e da discórdia. Em grandes linhas, parece-me que é possível individuar duas tipologias diferentes de novas formas de violência, que são diametralmente opostas na sua motivação e, nos particulares, manifestam muitas variantes. Primeiramente temos o terrorismo, no qual, em vez de uma grande guerra, realizam-se ataques bem definidos que devem atingir pontos importantes do adversário, de modo destrutivo e sem nenhuma preocupação pelas vidas humanas inocentes, que acabam cruelmente ceifadas ou mutiladas. Aos olhos dos responsáveis, a grande causa da danificação do inimigo justifica qualquer forma de crueldade. É posto de lado tudo aquilo que era comummente reconhecido e sancionado como limite à violência no direito internacional. Sabemos que, frequentemente, o terrorismo tem uma motivação religiosa e que precisamente o carácter religioso dos ataques serve como justificação para esta crueldade monstruosa, que crê poder anular as regras do direito por causa do «bem» pretendido. Aqui a religião não está ao serviço da paz, mas da justificação da violência.

A crítica da religião, a partir do Iluminismo, alegou repetidamente que a religião seria causa de violência e assim fomentou a hostilidade contra as religiões. Que, no caso em questão, a religião motive de fato a violência é algo que, enquanto pessoas religiosas, nos deve preocupar profundamente. De modo mais subtil mas sempre cruel, vemos a religião como causa de violência também nas situações onde esta é exercida por defensores de uma religião contra os outros. O que os representantes das religiões congregados no ano 1986, em Assis, pretenderam dizer – e nós o repetimos com vigor e grande firmeza – era que esta não é a verdadeira natureza da religião. Ao contrário, é a sua deturpação e contribui para a sua destruição. Contra isso, objecta-se: Mas donde deduzis qual seja a verdadeira natureza da religião? A vossa pretensão por acaso não deriva do fato que se apagou entre vós a força da religião? E outros objectarão: Mas existe verdadeiramente uma natureza comum da religião, que se exprima em todas as religiões e, por conseguinte, seja válida para todas? Devemos enfrentar estas questões, se quisermos contrastar de modo realista e credível o recurso à violência por motivos religiosos. Aqui situa-se uma tarefa fundamental do diálogo inter-religioso, uma tarefa que deve ser novamente sublinhada por este encontro. Como cristão, quero dizer, neste momento: É verdade, na história, também se recorreu à violência em nome da fé cristã. Reconhecemo-lo, cheios de vergonha. Mas, sem sombra de dúvida, tratou-se de um uso abusivo da fé cristã, em contraste evidente com a sua verdadeira natureza. O Deus em quem nós, cristãos, acreditamos é o Criador e Pai de todos os homens, a partir do qual todas as pessoas são irmãos e irmãs entre si e constituem uma única família. A Cruz de Cristo é, para nós, o sinal daquele Deus que, no lugar da violência, coloca o sofrer com o outro e o amar com o outro. O seu nome é «Deus do amor e da paz» (2 Cor 13,11). É tarefa de todos aqueles que possuem alguma responsabilidade pela fé cristã, purificar continuamente a religião dos cristãos a partir do seu centro interior, para que – apesar da fraqueza do homem – seja verdadeiramente instrumento da paz de Deus no mundo.

Se hoje uma tipologia fundamental da violência tem motivação religiosa, colocando assim as religiões perante a questão da sua natureza e obrigando-nos a todos a uma purificação, há uma segunda tipologia de violência, de aspecto multiforme, que possui uma motivação exatamente oposta: é a consequência da ausência de Deus, da sua negação e da perda de humanidade que resulta disso. Como dissemos, os inimigos da religião veem nela uma fonte primária de violência na história da humanidade e, consequentemente, pretendem o desaparecimento da religião. Mas o «não» a Deus produziu crueldade e uma violência sem medida, que foi possível só porque o homem deixara de reconhecer qualquer norma e juiz superior, mas tomava por norma somente a si mesmo. Os horrores dos campos de concentração mostram, com toda a clareza, as consequências da ausência de Deus.

Aqui, porém, não pretendo deter-me no ateísmo prescrito pelo Estado; queria, antes, falar da «decadência» do homem, em consequência da qual se realiza, de modo silencioso, e por conseguinte mais perigoso, uma alteração do clima espiritual. A adoração do dinheiro, do ter e do poder, revela-se uma contra-religião, na qual já não importa o homem, mas só o lucro pessoal. O desejo de felicidade degenera num anseio desenfreado e desumano como se manifesta, por exemplo, no domínio da droga com as suas formas diversas. Aí estão os grandes que com ela fazem os seus negócios, e depois tantos que acabam seduzidos e arruinados por ela tanto no corpo como na alma. A violência torna-se uma coisa normal e, em algumas partes do mundo, ameaça destruir a nossa juventude. Uma vez que a violência se torna uma coisa normal, a paz fica destruída e, nesta falta de paz, o homem destrói-se a si mesmo.

A ausência de Deus leva à decadência do homem e do humanismo. Mas, onde está Deus? Temos nós possibilidades de O conhecer e mostrar novamente à humanidade, para fundar uma verdadeira paz? Antes de mais nada, sintetizemos brevemente as nossas reflexões feitas até agora. Disse que existe uma concepção e um uso da religião através dos quais esta se torna fonte de violência, enquanto que a orientação do homem para Deus, vivida retamente, é uma força de paz. Neste contexto, recordei a necessidade de diálogo e falei da purificação, sempre necessária, da vivência da religião. Por outro lado, afirmei que a negação de Deus corrompe o homem, priva-o de medidas e leva-o à violência.

Ao lado destas duas realidades, religião e anti-religião, existe, no mundo do agnosticismo em expansão, outra orientação de fundo: pessoas às quais não foi concedido o dom de poder crer e todavia procuram a verdade, estão à procura de Deus. Tais pessoas não se limitam a afirmar «Não existe nenhum Deus», mas elas sofrem devido à sua ausência e, procurando a verdade e o bem, estão, intimamente estão a caminho Dele. São «peregrinos da verdade, peregrinos da paz». Colocam questões tanto a uma parte como à outra. Aos ateus combativos, tiram-lhes aquela falsa certeza com que pretendem saber que não existe um Deus, e convidam-nos a tornar-se, em lugar de polêmicos, pessoas à procura, que não perdem a esperança de que a verdade exista e que nós podemos e devemos viver em função dela. Mas, tais pessoas chamam em causa também os membros das religiões, para que não considerem Deus como uma propriedade que de tal modo lhes pertence que se sintam autorizados à violência contra os demais. Estas pessoas procuram a verdade, procuram o verdadeiro Deus, cuja imagem não raramente fica escondida nas religiões, devido ao modo como eventualmente são praticadas. Que os agnósticos não consigam encontrar a Deus depende também dos que creem, com a sua imagem diminuída ou mesmo deturpada de Deus. Assim, a sua luta interior e o seu interrogar-se constituem para os que creem também um apelo a purificarem a sua fé, para que Deus – o verdadeiro Deus – se torne acessível. Por isto mesmo, convidei representantes deste terceiro grupo para o nosso Encontro em Assis, que não reúne somente representantes de instituições religiosas. Trata-se de nos sentirmos juntos neste caminhar para a verdade, de nos comprometermos decisivamente pela dignidade do homem e de assumirmos juntos a causa da paz contra toda a espécie de violência que destrói o direito. Concluindo, queria assegura-vos de que a Igreja Católica não desistirá da luta contra a violência, do seu compromisso pela paz no mundo. Vivemos animados pelo desejo comum de ser «peregrinos da verdade, peregrinos da paz».

Para reúne 300 líderes religiosos e acadêmicos, alertando para «novas e assustadoras fisionomias» do mal


Bento XVI apelou hoje aos líderes religiosos de todo o mundo reunidos em Assis (Itália) para um empenho conjunto "na luta pela paz" perante as “novas e assustadoras fisionomias” da violência, como o terrorismo.
“Que, no caso em questão, a religião motive de facto a violência é algo que, enquanto pessoas religiosas, nos deve preocupar profundamente”, alertou, durante um encontro que reúne mais de 300 líderes religiosos e académicos, recordando as “vidas humanas inocentes, que acabam cruelmente ceifadas ou mutiladas”.
O Papa considera que, com o terrorismo, “é posto de lado tudo aquilo que era comummente reconhecido e sancionado como limite à violência no direito internacional”.
“Sabemos que, frequentemente, o terrorismo tem uma motivação religiosa e que precisamente o caráter religioso dos ataques serve como justificação para esta crueldade monstruosa, que crê poder anular as regras do direito por causa do «bem» pretendido”, lamentou.
Para Bento XVI, nestes casos “a religião não está ao serviço da paz, mas da justificação da violência”.
O discurso papal criticou as situações em que a violência é “exercida por defensores de uma religião contra os outros”.
“Esta não é a verdadeira natureza da religião. Ao contrário, é a sua deturpação e contribui para a sua destruição”, disse Bento XVI.
Neste contexto, o Papa recordou os momentos em que, “na história, também se recorreu à violência em nome da fé cristã”.
“Reconhecemo-lo, cheios de vergonha. Mas, sem sombra de dúvida, tratou-se de um uso abusivo da fé cristã, em contraste evidente com a sua verdadeira natureza”, observou.
A jornada de oração e reflexão pela paz e a justiça no mundo, na terra natal de São Francisco (1182-1226), celebra a primeira iniciativa do género, promovida por João Paulo II há 25 anos.
Bento XVI passou em revista o cenário mundial neste quarto de século, após a queda do muro de Berlim, que aconteceu “sem derramamento de sangue”.
“A vontade de ser livre foi mais forte do que o medo face a uma violência que já não tinha nenhuma cobertura espiritual. Sentimo-nos agradecidos por esta vitória da liberdade, que foi também e sobretudo uma vitória da paz”, referiu o Papa alemão.
Para Bento XVI, no entanto, “infelizmente” não se pode dizer que “desde então a situação se caraterize por liberdade e paz”.
“Embora a ameaça da grande guerra não se aviste no horizonte, todavia o mundo está, infelizmente, cheio de discórdias”, assinalou.
Esta iniciativa conta com a presença de 17 delegações das Igrejas cristãs do Oriente - incluindo o Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla (Igreja Ortodoxa) -, 13 Igrejas ocidentais – entre os quais o primaz anglicano, arcebispo Rowan Willams -, uma representação do Grão Rabinato de Israel (judaísmo) e outros 176 representantes de diversas tradições religiosas, para além de quatro "não crentes".
Do Médio Oriente e dos países árabes chegaram 48 muçulmanos a Assis, cidade na qual se reuniram líderes religiosos em encontros similares convocados por João Paulo II, em 1986, 1993 e 2002.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Hoje, dia 27 de outubro, é o dia do "Espírito de Assis"

25 anos do Espírito de Assis

Nota da CNBB sobre o "Espírito de Assis"


Nós, Bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – reunidos de 25 a 27 de outubro de 2011, nos unimos ao Santo Padre Bento XVI que renova, em Assis, o encontro histórico realizado há 25 anos, pelo Beato João Paulo II, com os irmãos de outras igrejas cristãs e diferentes tradições religiosas do mundo.

O tema escolhido pelo Papa Bento XVI, “Peregrinos da Verdade, Peregrinos da Paz”, sugere que o diálogo e a construção da Paz se fundamentam na busca da Verdade e no respeito às diferenças religiosas.

Seguindo a orientação do Papa, entendemos que o diálogo verdadeiro não se confunde com sincretismo, ou com uma religião global que ignore as várias identidades religiosas e culturais.

No mundo atual, marcado por grande crise econômica e, sobretudo, moral, o Encontro de Assis é, para todos, fonte de esperança, porque reúne pessoas de boa vontade, em diálogo sincero e aberto ao mistério de Deus.

Assim as religiões, rejeitando qualquer forma de discriminação e violência, se apresentam ao mundo como sólido caminho de promoção da dignidade humana.

Manifestamos nossa plena comunhão com o Santo Padre por este encontro e agradecemos pela escolha do tema.

Comprometemo-nos, em nossas dioceses, a desenvolver ações que levem a um renovado diálogo com as demais religiões e com todas as pessoas de boa vontade.

Que o Príncipe da Paz oriente os nossos passos no caminho inspirado por São Francisco de Assis que, neste local, se fez instrumento do Senhor, na busca da Verdade e na construção da Paz.

Brasília, 27 de outubro de 2011

Papa apela à paz entre religiões em mundo «dilacerado pelo ódio» em celebração que presidiu na véspera do encontro que vai manter com líderes religiosos de todo o mundo em Assis




Cidade do Vaticano, 26 out 2011 (Ecclesia) – Bento XVI convidou hoje os crentes de todas as religiões a invocarem em conjunto a paz para um “mundo ainda dilacerado pelo ódio, pela divisão, pelo egoísmo, pelas guerras”.
Numa celebração que decorreu no Vaticano, o Papa antecipou o encontro inter-religioso pela paz e a justiça, marcado para esta quinta-feira, em Assis (Itália), desejando que a iniciativa “favoreça o diálogo entre as pessoas de diversas religiões” e que traga “um raio de luz capaz de iluminar a mente e o coração de todos os homens, para que o rancor dê lugar ao perdão, a divisão à reconciliação, o ódio ao amor, a violência à mansidão e que a paz reine no mundo".
Aos católicos, pediu que não cedam "nunca" à tentação de serem "lobos entre os lobos", considerando que não é com "o poder, a força, a violência que o reino de Cristo se estende".
O encontro de Assis assinala os 25 anos do Dia Mundial de Oração pela Paz convocado por João Paulo II, na mesma cidade italiana, reunindo representantes dos vários credos do mundo e, pela primeira vez, também dos que se assumem como ‘não crentes’.
Bento XVI quis transformar a habitual audiência pública das quartas-feiras num momento de oração, em preparação para a jornada de “reflexão, diálogo e oração pela paz e a justiça no mundo”, por ele convocada no início de 2011.
“Conto com a vossa oração pelos representantes das várias religiões que amanhã [quinta-feira] se reúnem em Assis, a bem da justiça e da paz sobre a terra”, disse, em português, aos peregrinos reunidos na sala Paulo VI, onde decorreu a audiência semanal por causa do mau tempo em Roma.
O Papa justificou a escolha do tema ‘Peregrinos da verdade, peregrinos da paz’ para o novo encontro de Assis com a intenção de que o mesmo “trouxesse à tona o compromisso” que gostaria de “renovar solenemente, juntamente com os membros das diversas religiões e também com ateus, sinceros na busca da verdade, na promoção do verdadeiro bem da humanidade e na construção da paz”.
Na sua homilia, Bento XVI falou sobre a figura de Jesus como um “um rei pobre entre os pobres”, “um rei de paz graças ao poder de Deus, ao poder do bem, ao poder do amor”.
“Era um rei que romperia os arcos da guerra, um rei que realizaria a paz na Cruz, unindo a terra e o céu e erguendo uma ponte fraterna entre todos os homens", prosseguiu.
Antes da celebração, o Papa tinha estado na basílica de São Pedro para saudar os fiéis que não conseguiram lugar na sala Paulo VI.

Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=87884

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Santo Antônio de Sant'Ana Galvão



25 de outubro é dia do primeiro santo brasileiro. O franciscano Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, mais conhecido como Frei Galvão.
Para saber mais sobre sua vida acesse nosso blog "Franciscanos para cada dia", onde publicamos diariamente a vida de franciscanos e franciscanas que, seguindo os passos de Francisco e Clara, buscaram a fidelidade ao Evangelho e alcançaram a honra dos altares.
Confira! Basta um click no link abaixo que você conhecerá nosso blog e poderá se inscrever como seguidor.
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Envio Missionário em Muriaé

Nossa forania celebrou neste domingo, Dia Mundial das Missões, o envio de mais de trezentos missionários que desenvolverão um trabalho de visitas e animação das comunidades das paróquias da região. Em uma missa na Igreja Matriz da Imaculada Conceição, na Barra, leigos e leigas mostraram-se muito dispostos para a missão, após participarem de vários encontros preparatórios.
Frei Gilberto, na homilia, ressaltou a importância do trabalho missionário na vida da Igreja, pois, em sintonia com o Documento de Aparecida e as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2011-2015), é urgente que sejamos uma "igreja em permanente estado de missão". Chamou a atenção para alguns pontos da carta do Papa Bento XVI para este dia, entre os quais, a necessidade de sermos missionários entre aqueles que já receberam o primeiro anúncio do Evangelho, muitos dos quais já foram batizados e receberam a Eucaristia, e que hoje afastaram-se da igreja e até mesmo de Deus.
No próximo domingo, dia 30, essa equipe de centenas de missionários estará iniciando seus trabalhos na comunidade de Silveira de Carvalho.





Papa Bento XVI em Assis

O Papa Bento XVI participará das comemorações dos 25 anos do Espírito de Assis.